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sábado, 26 de janeiro de 2013

Star Wars VII - directed by: J.J. Abrams

Estou muito triste em saber que J.J. Abrams vai dirigir o novo episódio de Star Wars. Depois do ligeiro fracasso de Star Trek de 2009, agora ele vem para tentar refazer o belo trabalho de George Lucas e dar um novo rumo à famosa série de ficção científica. A Disney já se precipitou demais em decidir criar mais três faces da grande história do nosso querido Darth Vader, mas o grande mistério é exatamente esse: quem substituirá o famoso vilão na nova era intergaláctica? Resta esperar os preparativos começarem para sabermos mais, né?!

#ConhecendoMais: Jeffrey Jacob Abrams (NY, 27 de junho de 1966) é um escritor, diretor e produtor de cinema e televisão dos EUA. Ele escreveu e produziu vários filmes antes de co-criar a série de televisão "Felicity". Após isso, ele criou e colaborou como produtor executivo as séries "Alias", "Lost", "Undercovers" e "Alcatraz", e seus maiores sucessos no cinema são "Missão Impossível III", "Star Trek", "Super 8" e "Star Trek Into Darkness", com lançamento previsto para maio de 2013.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Lincoln

Ok, vamos lá. Eu fui ver Lincoln hoje, dia da estreia e confesso que fiquei em dúvida com algumas partes. Primeiro de tudo o tempo em geral. Apesar da alta duração, a história foi focada em maior parte numa única face do período histórico, o que eu frequentemente critico nos filmes biográficos: ou eles contam um só fato ou todos ao mesmo tempo num percurso muitíssimo curto e desgraçado. No caso de "Lincoln", foi narrado tão rapidamente que torna-se imperceptível a nossos olhos, um verdadeiro filme que merecia muitos minutos a mais de duração.
Olhando por um lado melhor: pelo menos o filme uniu de modo satisfatório a Guerra Civil, a Abolição da Escravatura o assassinato do presidente em ótima forma, foi o que mais fiquei feliz. Eu realmente tenho medo em assistir filmes biográficos, a maioria é um desastre.
Contudo, algo ainda me incomoda no enredo que foi passado para este filme, deveria ter sido mostrado com mais detalhes num período mais longo, um ponto negativo dos roteiristas. Em resumo, o que prejudicou foi o tempo, mesmo tendo 2 horas de duração, faltou muita coisa sim, ainda com uma produção competente, direção certa e concentrada de Steven Spielberg, tentando catar mais algumas migalhas enquanto sobrevive, fotografia esplêndida e infelizmente perde em roteiro, tirando os discursos do presidente em público e em gabinete, e no pequeno toque de efeitos especiais, fora isso um maravilhoso filme retratante de um dos maiores presidentes dos Estados Unidos e da história do mundo, porém é mais uma tentativa em vão em mostrar como o verdadeiro Abraham Lincoln era, um fato triste que vemos.
Daniel Day-Lewis incorporou impressionantemente o antigo presidente e com certeza é uma grande chance para o segundo maior prêmio da Academia; a maravilhosa Sally Field volta num trabalho conceituado e de grande porte depois do pequeno ponta em "O Espetacular Homem-Aranha" e na produção, Spielberg e sua velha colaboradora Katheleen Kennedy se unem para apresentar para o público uma história tocante, desafiadora e humana que todos deviam prestar atenção e se perguntar: todos nós somos iguais à face da vida?
Ahh, outra coisa: notem que quando encerra a votação da Emenda, a câmera não mostra o resultado final, ela foca no presidente no gabinete com seu filho, um toque de S.S., criar um suspense antes do granfinale, esplêndido....

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Cloud Atlas - "A Viagem"

Ok, gente aí vai minha primeira crítica oficial deste blog. Já está em cartaz há uma semana no Brasil e mais de 3 meses pelo mundo, e infelizmente injustiçado em bilheteria. Estou falando de "A Viagem", a nova aventura criada pelos super-futuristas-imaginários irmãos Wachowski, criadores da série Matrix. Na nova história, pouco mais complexa do que o costume, mostra a vida de 12 pessoas no passado, presente e futuro, com relances e motivações mostradas de uma forma quase clichê do mistério mais ofusco da vida: a própria morte. Clichê por ser usada mais uma vez para tentar entender seu significado e motivo. Só que desta vez, achei a mais realista que já vi, a mais tolerável e transparente forma de entendimento e ensinamento sobre ela. O filme não tem uma linha cronológica certa em sua edição, a todo momento mostra uma cena do séc. XIX e depois uma no futuro de 2144, indicando que cada ator/personagem tem uma vida nesta e em um futuro distante ou um passado próximo. Os maiores ensinamentos que pude entender é que a vida não termina apenas pela morte, a morte é uma porta que abre para um mundo novo, somente, que sempre temos visões ou que quando refletimos sobre nós mesmos, uma espécie de dèjá vu emerge das sombras e nos mostra a janela para a alma, onde está todo o mistério da vida hoje, amanhã e sempre; e que a cada novo crime reflete na construção de um novo futuro, resplandecido nesse acontecimento, pois um simples ato pode mudar tudo. É realmente muito complexo, não se assustem. Eu tinha certeza de muitas coisas nos 5 primeiros minutos de filme; a comédia está centrada mais para o final, a sensação de conflito e apreensçao toma conta o tempo todo, vocês vão odiar muitos personagens e atos mas também vão se emocionar quase todo o período, o filme é muito forte sim, a violência, o romance e os conflitos de ideais são dramáticos e a mentalização é incrível, não é para qualquer um, é preciso prestar atenção. Roteiro e maquiagem são os pontos altos, efeitos especiais fantásticos, em resumo o filme todo é muito bom, eu achei, e odiei quando vi pessoas na sala deixando a sessão por serem desligadas demais para não entender a história, sendo que logo nos 25 minutos iniciais, você já consegue compreender muita coisa. Indico com certeza, para assistir uma ou duas vezes e com certeza foi o mais injustiçado dos filmes lançados pois não está concorrendo a quase nada, muito menos ao prêmio da Academia, só tem idiotas nessas instituições, sinceramente.... O mundo reflete em si mesmo e a vida é sua projeção, mas infelizmente estamos todos vulneráveis às suas vontades pois carne fraca quem come é o forte.

Com Tom Hanks, Halle Berry, Jim Broadbent, Hugo Weaving, Jim Strugess, Doona Bae, Ben Whishaw, James D'Arcy, Zhou Xun, Keith David, Susan Sarandon e Hugh Grant. 172 min.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Olá, Muito Bem, Obrigado..

Hi, guys. Bom, estou meio nervoso, confesso, em escrever esse texto e criar este blog. Primeiro de tudo, não quis fazer isso, algumas pessoas insistiram depois que leram mais uma crítica que fiz anexada ao facebook. A ideia de criar este blog é antiga sim, mas a vontade de fazer ficou engavetada por simplesmente não está muito íntimo à ideia central, poxa, criar um blog de cinema e livros para que qualquer pessoa possa ler é de certo modo assombroso para mim, que nunca teve contato com o mundo quase-profissional. Enfim, este blog é para eu dizer o que eu realmente achei sobre filmes recém-lançados, livros publicados, não contando a história, dando minha crítica apenas. Se influenciar qualquer um sobre tal filme ou livro, que chegue a ponto de não querer se interessar, o problema é de cada, mas claro não vou fazer isso, não sou o demônio para maltratar todas as obras feitas. Além disso tudo, uma coisa que resolvi experimentar: nós dois vamos conversar sobre outros assuntos também como música, pintura, dança, teatro... ahh, se quiser também vida cotidiana, psicologia, sexo, dinheiro, em resumo, este blog é um livro aberto onde todos podem opinar e comentar (só não me xinguem hehe). Bom, é isso, boa sessão, boa leitura e "boas lonjuras".....